Nova estratégia da Uber foca em acessibilidade com quiosques de autoatendimento para turistas e passageiros sem bateria.
Chegar a um aeroporto e descobrir que seu celular está sem bateria ou sem plano de dados é um problema comum. Pensando nisso, a Uber iniciou um projeto que resgata a interação física: totens de autoatendimento. A iniciativa visa incluir passageiros que, por qualquer motivo, não conseguem usar o aplicativo no momento do desembarque.
O que está mudando e por que isso importa
A Uber está instalando quiosques físicos em aeroportos nos Estados Unidos. Esses terminais permitem que qualquer pessoa peça uma corrida de forma simples e direta, sem a necessidade de um smartphone. A medida atende diretamente a uma dor de turistas internacionais e usuários com imprevistos tecnológicos.
Resposta rápida: A Uber implementou totens de autoatendimento em aeroportos dos EUA. Eles permitem solicitar uma viagem sem usar o aplicativo, sendo ideais para turistas sem acesso à internet ou pessoas com o celular descarregado, o que agiliza o processo de embarque.
Por dentro da tecnologia: como funcionam os totens
O funcionamento dos quiosques é intuitivo e se assemelha a um caixa de autoatendimento. O usuário se aproxima do totem, utiliza a tela sensível ao toque para inserir seu destino e escolhe a categoria do veículo desejada, como UberX ou Comfort. O sistema processa o pedido e o pagamento é feito diretamente no local.
Após a confirmação, o totem emite um recibo impresso. Este comprovante contém informações essenciais para a viagem: o nome do motorista, o modelo e a placa do carro, além do ponto de encontro exato. A solução une a conveniência digital da plataforma com um ponto de acesso físico e tangível.
Implicações práticas e novos desafios
A principal vantagem é a ampliação da acessibilidade. A iniciativa remove barreiras digitais e torna o serviço mais inclusivo. Além disso, pode otimizar o fluxo de passageiros e reduzir a confusão em áreas de embarque de aeroportos movimentados, organizando melhor a demanda.
- Inclusão digital: O serviço alcança um público que não possui smartphone, plano de dados internacional ou que simplesmente prefere não usar aplicativos.
- Eficiência operacional: Ao centralizar pedidos em pontos físicos, a Uber pode gerenciar melhor a alocação de motoristas e diminuir o tempo de espera.
- Segurança e custos: A implementação levanta questões sobre a segurança dos dados de pagamento em terminais públicos e adiciona custos de manutenção de hardware para a empresa.
Próximos passos e o futuro da mobilidade
O sucesso dessa iniciativa nos EUA pode inspirar a expansão global, incluindo outros locais de grande fluxo, como estações de trem, centros de convenções e arenas esportivas. A tendência aponta para um modelo híbrido, onde a tecnologia digital é complementada por pontos de contato físicos para garantir que ninguém fique para trás.
FAQ
Como exatamente funciona o totem da Uber?
Você insere seu destino na tela, seleciona o tipo de carro e paga com cartão. O totem imprime um recibo com os dados do motorista, do veículo e o local de encontro, eliminando a necessidade de usar o aplicativo no celular para chamar uma corrida.
Preciso de uma conta Uber para usar o quiosque?
Geralmente, esses sistemas são projetados para viajantes e não exigem uma conta pré-existente. O pagamento é feito diretamente no terminal, como uma compra avulsa, tornando o processo mais rápido e acessível para usuários ocasionais ou turistas.
Essa novidade chegará ao Brasil?
Até o momento, a iniciativa está focada em aeroportos nos Estados Unidos. A Uber ainda não anunciou planos oficiais para a expansão dos totens de autoatendimento para o Brasil ou outros mercados internacionais, mas o sucesso do projeto pode acelerar essa decisão.



